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Procon Municipal orienta que clientes devem evitar a prova de roupas e calçados antes da compra

Segundo o Procon de Campina Grande continua a recomendação às lojas que comercializam bens de uso pessoal, como roupas e calçados de não permitirem que clientes provem as peças antes da compra. Essa é uma das medidas mais eficazes para se reduzir a possibilidade de propagação da covid-19 em nossa cidade, no entanto nas últimas semanas o órgão municipal tem recebido várias denúncias de que lojas estão permitindo a prova.

O coordenador executivo do Procon de Campina Grande, Rivaldo Rodrigues explica que são medidas necessárias diante da emergência da epidemia.

“Como a pandemia ainda não acabou é recomendável que não se experimente roupa e/ou o sapato no interior da loja. Para aquele cliente que insistir, tem uma regra. Toda roupa que for experimentada tem que passar por uma quarentena, depois ela passa pelo vapor, e só depois a peça pode voltar para a prateleira. Pedimos aos clientes que, nesse momento, evitem experimentar roupa e também ficar tocando em tudo o que é peça dentro do estabelecimento. E se assim o fizer, após cada toque em um produto o consumidor deve higienizar as mãos. O vírus causador da covid-19 possui um alto nível de transmissibilidade. Além da contaminação direta, é possível infectar-se de maneira cruzada, ou seja, quando há contato com uma superfície contaminada, então não vamos dar margens para o azar”, orienta Rivaldo.

Segundo informações no site da Fiocruz os vírus que se depositam sobre uma superfície, dependendo das características dessa, podem permanecer viáveis por algumas horas ou até dias. Estudo publicado no New England Journal of Medicine, descobriu que o vírus é viável por até 72 horas em plásticos e aço inoxidável, 24 horas em papelão e quatro horas em cobre. Ainda não foram realizados estudos que analisam o tempo de permanência do novo coronavírus em diferentes tipos de tecido. No entanto, pesquisas com outros vírus apontam uma sobrevida de 72 a 96 horas neste tipo de material. Por isso, assume-se à possibilidade do vírus permanecer ativo durante horas nas roupas.

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